dividir impressões musicais com outros melômanos. boa leitura! *****obra-prima - ****ótimo - ***bom - **hummm - *pfui - mico. agora valem as meias cotações.
domingo, outubro 14, 2007
obs:
vale tudo, mas só são considerados os trabalhos concluídos na década de 1980.
Bandas como Depeche Mode e Sonic Youth teriam melhores posições se fosse da década de 1990. Slayer e Metallica nem estariam na lista.
Rolling Stones fizeram dois discaços, mas depois sujaram o nome com dois discos bem ruins: ficaram de fora.
No caso do Clash, Sandinista é tão bom que compensa a ruindade de Cut the Crap.
Claro que esqueci muita coisa, mas é assim mesmo.
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1) The Cure
o fino: 17 Seconds (1980), Pornography (1982), The Top (1984), The Head on the Door (1985), Desintegration (1989)
2) Killing Joke
o fino: Killing Joke (1980), What's This For? (1981), Revelations (1982), Fire Dances (1983), Night Time (1985)
3) Duran Duran
o fino: Duran Duran (1981), Rio (1982), Seven and Ragged Tiger (1983), Notorious (1986)
4) XTC
o fino: Black Sea (1980), Skylarking (1986), Oranges and Lemons (1989)
5) Pixies
o fino: Come on Pilgrim (1987), Surfer Rosa (1988), Doolittle (1989)
6) Slayer
o fino: Show no Mercy (1983), Hell Awaits (1984), Reign in Blood (1986)
7) Depeche Mode
o fino: Construction Time Again (1983), Black Celebration (1986), Music for the Masses (1987)
8) Metallica
o fino: Kill Em'All (1983), Ride the Lightning (1984), Master of Puppets (1986)
9) R.E.M.
o fino: Murmur (1983), Lifes Rich Pageant (1986), Document (1987)
10) Sonic Youth
o fino: Evol 1986), Sister (1987), Daydream Nation (1988)
11) Cocteau Twins
o fino: Garlands (1982), Head Over Heels (1983), Treasure (1984)
12) Judas Priest
o fino: British Steel (1980), Point of Entry (1981), Screaming for Vengeance (1982)
13) Saxon
o fino: Denim and Leather (1982), Power & The Glory (1983), Crusader (1984)
14) Lou Reed
o fino: The Blue Mask (1982), New York (1989)
15) The Smiths
o fino: The Queen is Dead (1986), Strangeways, Here We Come (1988)
16) The Clash
o fino: Sandinista (1981), Combat Rock (1982)
17) Kraftwerk
o fino: Computer World (1981), Electric Cafe (1986)
18) Neil Young
o fino: Reactor (1981), Freedom (1989)
19) (Clan of) Xymox
o fino: Clan of Xymox (1986), Medusa (1987)
20) Simple Minds
o fino: Sister Feelings Call (1981), Sons and Fascination (1981)
21) Split Enz
o fino: True Colours (1980), Time and Tide (1982)
22) The Cars
o fino: Shake it Up (1981), Heartbeat City (1984)
23) The Psychedelic Furs
o fino: Talk Talk Talk (1981), Forever Now (1982)
24) Siouxsie and the Banshees
o fino: Kaleidoscope (1980), Juju (1981)
25) Love and Rockets
o fino: Express (1986), Earth-Sun-Moon (1987)
26) Anthrax
o fino: Fistful of Metal (1983), Spreading the Disease (1985)
27) Electric Light Orchestra
o fino: Time (1981), Secret Messages (1983)
28) Savatage
o fino: Sirens (1983), Power of the Night (1985)
29) Kiss
o fino: Unmasked (1980), The Elder (1981)
30) Ultravox
o fino: Vienna (1980), Rage in Eden (1981)
sábado, setembro 22, 2007

Nova obra-prima, um disco quase tão bom quanto Pretzel Logic. Talvez seja o disco mais dançante da banda. O grande destaque é para "Green Earrings" e "Don't Take me Alive".
quarta-feira, setembro 19, 2007
Uriah Heep, banda injustiçada, hard rock com backing vocals esganiçados, teclados hammond distorcidos, e refrões ganchudos. São bregas na maior parte do tempo, do tipo que qualquer crítico musical descolado odeia até a morte. Mas são muito bons, principalmente nos anos 70. Esses dois aí de cima são os clássicos, respectivamente o quarto e o quinto discos, o auge da banda, com David Byron no vocal - também conhecido como o Belchior do Reino Unido. Tão bons quanto o Deep Purple, mas poucos reconhecem.
As cotações:
Very 'Eavy Very 'Umble (1970) * * *
"se essa banda fizer sucesso, eu comito suicídio" - um crítico do Melody Maker
Salisbury (1971) * * * *
Um arraso da guitarra de Mick Box na faixa título.
Look at Yourself (1971) * * * *
Ensaiando algo grande
Demons and Wizards (1972) * * * * *
Algo grande
The Magician's Birthday (1973) * * * * *
Pop perfeito e hard prog convivem harmoniosamente.
Live (1973) * * * *
David Byron é mestre.
Sweet Freedom (1973) * * * *
Meu primeiro e inesquecível contato com a banda.
Wonderworld (1974) * * *
Não é fraco como muitos dizem, e não é bom como a fase faria supor.
Return to Fantasy (1975) * * * *
John Wetton (baixo) rules.
High and Mighty (1976) * *
Sempre uma nova chance, sempre a decepção. Último com David Byron.
Firefly (1977) * * * *
John Lawton (ex-Lucifer's Friend) assume com seu vocal fenomenal.
Innocent Victim (1977) * * * *
O pop perfeito e gostosamente brega está de volta com "Free Me".
Fallen Angel (1978) * * * *
Meu guilty pleasure. Disco tão errado quanto delicioso.
Conquest (1980) *
Stevie Wonder errou de endereço.
Abominog (1982) * * * *
O triunfo do AOR.
Head First (1983) * *
A derrocada do AOR
Equator (1985) mico
Sem comentários
Raging Silence (1989) *
Bernie Shaw what???
Different World (1991) * *
Hummmm
Sea of Light (1995) - nunca ouvi... falha minha
Sonic Origami (1998) * * *
"De onde menos se espera, é de onde não sai nada mesmo.". A frase de Millôr Fernandes é desafiada por este disco surpreendente.
Depois disso perdi o contato. E o monte de ao vivos que a Castle lançou não me entusiasmou. Prefiro ficar com os dois primeiros solos de Ken Hensley (o tecladista/guitarrista/compositor dos discos clássicos)
terça-feira, maio 15, 2007
TOP Macca solo (com ou sem Wings)
1 - Ram (1971)
2 - Wild Life (1971)
3 - Band on the Run (1973)
4 - Paul Mccartney (1970)
5 - Tug of War (1982)
6 - Flaming Pie (1997)
7 - Wings at the Speed of Sound (1976)
8 - Driving Rain (2001)
9 - Venus and Mars (1975)
10 - Red Rose Speedway (1973)

terça-feira, março 06, 2007

domingo, março 04, 2007
ou: só gosta de metal quem tem mais de 20 anos se gostou de metal na adolescência
SAXON
Saxon (1979) * * *
Wheels of Steel (1980) * * * *
Strong Arm of the Law (1980) * * * *
Denim & Leather (1981) * * * * *
The Eagle Has Landed - ao vivo (1982) * * * *
Power & the Glory (1983) * * * * *
Crusader (1984) * * * *
Innocence is no Excuse (1985) * * * *
Rock the Nations (1986) * * *
Destiny (1988) *
Solid Ball of Rock (1991) * *
Forever Free (1993) * * *
Dogs of War (1995) * * *
The Eagle Has Landed II (1996) * * * *
Unleash the Beast (1997) * * *
Metalhead (1999) * * *
Killing Ground (2001) * * *
Lionheart (2004) * *
The Eagle Has Landed III - ao vivo (2006) * * *
SCORPIONS
Lonesome Crow (1972) * * *
Fly to the Rainbow (1974) * * *
In Trance (1975) * * * *
Virgin Killer (1976) * * * *
Taken by Force (1977) * * * *
Tokyo Tapes (1978) * * *
Lovedrive (1979) * * *
Animal Magnetism (1980) * * * *
Blackout (1982) * * * *
Love at First Sting (1984) * * *
World Wide Live (1985) * *
Savage Amusement (1988) * *
Crazy World (1990) * *
Face the Heat (1993) * * *
Live Bites (1995) * *
Pure Instinct (1996) * * *
Eye II Eye (1999) mico
Moment Of Glory (2000) *
Acoustica (2001) *
Unbreakable (2004) nunca ouvi
sábado, março 03, 2007

quarta-feira, fevereiro 21, 2007
quarta-feira, dezembro 20, 2006
sábado, dezembro 09, 2006
domingo, novembro 05, 2006
blog do meu irmão, que finalmente se rendeu à blogosfera:
http://cantodocrooner.blogspot.com
ele promete falar de música, futebol e o que der na telha.
também adicionei o link da nossa loja:
www.jardimeletricodiscos.com.br
meu irmão fica muito mais lá que eu, para a sorte dos clientes. e de quem gosta de elvis, diz ele.
domingo, outubro 29, 2006
quinta-feira, outubro 19, 2006
os álbuns - e a melhor faixa de cada um (até Fear of the Dark, pois a partir daí ou eu não lembro, ou não ouvi suficientemente bem pra ter preferida)
Iron Maiden (1980) * * * * "Remember Tomorrow"
Killers (1981) * * * * * "Wrathchild"
Maiden Japan (1981) * * * 1/2
The Number of the Beast (1982) * * * "Children of the Damned"
Piece of Mind (1983) * * * * * "Where Eagles Dare"
Powerslave (1984) * * * * * "Aces High"
Live After Death - duplo ao vivo (1985) * * ah, não sei não
Somewhere in Time (1986) * * * * "Waysted Years"
Seventh Son of a Seventh Son (1988) * * * 1/2 "The Clairvoyant"
No Prayer for the Dying (1990) * * "Holy Smoke"
Fear of the Dark (1992) * * * "Be Quick or Be Dead"
A Real Live One (1993)
A Real Dead One (1993)
Live at Donnington (1994)
The X Factor (1995) *
Virtual XI (1998) *
Brave New World (2000) * * * 1/2
Rock in Rio 2 (2002) nunca ouvi
Dance of Death (2003) * * *
terça-feira, setembro 05, 2006
(e as melhores faixas)
Tales of Mystery and Imagination (1975) * * * * sob a influência de Poe - The Raven, Doctor Tarr and Professor Fether, To One in Paradise.
I Robot (1977) * * * maior flerte com o pop - I Wouldn't Want to be Like You, Day After Day, Some Other Place.
Pyramid (1978) * * * 1/2 uma fórmula sendo formatada - Hyper Gama Spaces, One Good River, In the Lap of the Gods.
Eve (1979) * * * 1/2 disco feminista no Ano Internacional da Mulher - Winding me Up, Don't Hold Back, Lucifer.
The Turn of a Friendly Card (1980) * * * * 1/2 - o grande disco prog-pop da banda - Games People Play, Time, a suíte Turn on a Friendly Card (Snake Eyes, Nothing Left to Loose...)
Eye in the Sky (1982) * * * * 1/2 - o desbunde da baba pop e muita inspiração - Eye in the Sky, Silence and I, Old and Wise, You've Got to Get Your Fingers Burned
Ammonia Avenue (1983) * * * * - na mesma tocada do anterior - Since the Last Goodbye, Don't Answer Me, Ammonia Avenue, Dancing on a Highwire.
Vulture Culture (1984) * * * 1/2 - a baba começa a pesar - Separate Lives, Let's Talk About Me, Sooner or Later
Stereotomy (1985) * * * - disco confuso, mas de belos momentos - Stereotomy, Light of the World.
Gaudi (1987) * * * - idem - La Sagrada Familia, Standing on a Higher Ground, Paseo de Gracia.
depois é só Alan Parsons e tem seus momentos, mas raramente me empolga.
terça-feira, agosto 29, 2006




Desculpem a ausência. Prometo pelo menos um post por semana daqui pra frente.
Justiça seja feita: Guilherme Arantes já foi muito bom...
sei que devo um cotações do Alan Parsons, o supra-sumo da baba pop-prog, mas resolvi passar o Guilherme na frente porque ele merece.
Moto Perpétuo (1974) - único disco da banda * * * *
carreira solo:
Guilherme Arantes (foto grande da esquerda)(1976) * * * * *
-tem "Meu Mundo e Nada Mais". Absurdamente genial até hoje. Mas também tem "A Cidade e a Neblina", "Cuide-se Bem", "Águas Passadas" e "Antes da Chuva Chegar".
Ronda Noturna (foto menor da esquerda)(1977) * * *
-um disco estranho, apesar de conter o clássico "Amanhã". Parece que ele tentava uma sonoridade mais pop, mas sem muito jeito.
A Cara e a Coragem (foto maior da direita)(1978) * * * * *
-um contrato grande com a Warner, e um disco confessional e tocante, que ficou melhor no CD, com o corte da desnecessária "Boa Viagem". Com essa música a menos, a coesão é notável, e o disco vira realmente "A" obra-prima dele. Os destaques são muitos: "Viva", "A Cara e a Coragem", "Brazilian Boys" (c'mon, c'mon, feijão com arroz...), "Show de Rock", "Brincos na Orelha", "Mas Ela Não Quer, Mas Ela Não Pode"...ah, todas são essenciais. Arranjos orquestrais belíssimos do próprio Guilherme, regidos por Rogério Duprat.
Guilherme Arantes (1979) * * *
-é o disco que tem a esquisita "Biônica". Tem a magistral "Êxtase" também, mas não entendo direito o que ele queria com esse álbum que tem a produção de Liminha.
Coração Paulista (foto menor da direita)(1980) * * * * 1/2
-Liminha agora se acertou com ele, garantindo um disco mais roqueiro e redondo. A faixa-título é um c´lássico, assim como "A Noite", "Brasília" e "Estranho".
Guilherme Arantes (1982) * * * 1/2
-aqui ele fez as pazes com o pop que não se encaixava no disco de 1979. Esse é pegajoso, certeiro, e garantiu pelo menos dois clássicos de seu repertório: "Lance Legal" e "O Melhor Vai Começar". Mas já dá pra sentir um ranço pasteurizado que iria predominar nos discos futuros.
Ligação (1983) * * 1/2
-maldição dos anos ímpares? alguns sucessos: "Rolo Compressor", Tão Blue", "Graffiti", "Pedacinhos" (a única realmente boa dessas todas)...a volta à Som Livre poderia ser mais inspirada.
Despertar (1985) * * * 1/2
-ainda que tenha uma capa piegas toda vida, e seja desfalcado dos compactos do ano anterior (Fio da Navalha e Xixi nas Estrelas), é o disco que encerra a maldição dos anos ímpares...ou pelo menos consegue uma trégua. Tem "Cheia de Charme", "Fã Nº 1", "Gaivotas", "Brincar de Viver", "Olhos Vermelhos", canções bacanas, ainda que não cheguem aos pés dos clássicos de 76 e 78. É sua estréia na CBS.
Calor (1986) * * *
-disco muito malhado à sua época. Injustamente, como podem comprovar as belas faixas "Coisas do Brasil", "Loucas Horas", "Mania de Possuir" e "Oceano". O problema é que as outras faixas só servem para encher o disco, salvo falha na memória.
Guilherme Arantes (1987) * *
-disco que me fez parar de acompanhá-lo...será que fui imprudente?
daí pra frente não posso mais cotar, já que pouco ouvi. Tem a coletânea Millenium, cheia de regravações e versões de sucessos internacionais para o português. Algumas são risíveis, como "Eu Queria Amor" (para My Cherie Amour, do Stevie Wonder) e "Alone Again" (para música de mesmo nome de Gilbert O'Sullivan), mas confesso que achei agradável ouvir "Muito Tarde" (para Too Late, de Carole King), e pelo menos uma faixa recente (bem...de 1996) me conquistou: "Hora de Partir o Coração".
domingo, agosto 20, 2006
Ouvir Zappa é sempre um luxo. Ouvir o lado 4 de You Are What You Is (1981) é comprovar que Zappa, além de ser o melhor guitarrista de todos os tempos junto com Dave Davies, é um compositor dos mais completos. Começando com "Heavenly Bank Account"(que na intro remete a "Dumb All Over", última do lado 3) e terminando com "Drafted Again", passando pelas obras-primas máximas "Suicide Chump" e "Jumbo Go Away", esse lado praticamente resume a história da música pop na segunda metade do século 20. Quem não ouviu trate de correr.
sábado, julho 22, 2006
banda de Rod Argent, ex-Zombies. Começou com um power pop psicodélico progressivo, mas foi indo cada vez mais na direção do prog jazz.
Argent (1969) * * * * 1/2
Ring of Hands (1970) * * * *
All Together Now (1972) * * * 1/2
In Deep (1973) * * * 1/2
Nexus (1974) * * * *
Encore: Live in Concert (1974) * * * 1/2
Circus (1975) * * * 1/2
Counterparts (1975) * * * 1/2
e dos ZOMBIES
Begin Here (1965) * * * * 1/2
Odessey and Oracle (1968) * * * * *
e do único disco solo de Colin Blunstone que ouvi inteiro:
One Year (1971) * * * * 1/2
tenho uma coletânea dele que tem grandes músicas dos dois discos que vieram depois, mais algumas de discos mais recentes, que não são tão boas.
num outro post as cotações Alan Parsons, para seguir na trilha de Colin Blunstone, já que a de Rod Argent ficou em alguma loja de instrumentos de Londres.
quarta-feira, junho 28, 2006
XXV GATHERINGKilling Jokewww.killingjoke.com Banda gótica de pouco sucesso faz 25 anos com show em Londres. Um hit, "Love Like Blood", a salva do total esquecimento. (LF)
o autor: Leandro Fortino.
Eu até achava que ele não falava mal de ninguém, mas depois dessa começo a achar que ele escreve como um volante cabeça de bagre que quer se livrar da bola. Coisas como essa mini-resenha, publicada no Folhateen, podem tornar a Folha de São Paulo uma das coisas mais ridículas da mídia impressa, seguindo os traços da Veja e, mais recentemente, da Época. Nem é o caso de defender uma banda que eu adoro, mas de constatar que o cara, na melhor das hipóteses, fez a resenha para ser mandado embora, e ninguém percebeu. Ainda dá tempo de reagir, para o bem do leitor. Mas coisas desse tipo não podem mais acontecer. Aliás, a mudança gráfica foi para pior, feita pensando em quem não gosta muito de ler. Álvaro Pereira Jr, de quem discordo com freqüência, mas sempre faço questão de ler, já havia reclamado da diminuição de seu espaço, causada pelo aumento da tipologia. É triste ver que quem tem algo a dizer cada vez mais perde espaço dentro do jornal.
quinta-feira, junho 15, 2006
GENESIS (parte 2) - 1978 - 1997And Then There Were Three (1978) * * * * 1/2
disco um tanto indeciso e confuso, com medo de entrar de vez no pop. Mas é maravilhoso, com quitutes de primeira como Burning Rope, Scenes from a Night's Dream, The Lady Lies, Undertow e o carro-chefe do disco, a samba-rock Follow You Follow Me.
Duke (1980) * * *
disco que marca a liderança definitiva de Collins, rumo ao pop radiofônico. Banks ainda marca presença com boas idéias progs, especialmente na longa faixa que fecha o disco, mas quem dá o tom é Collins, com direito até a plágio de Sly and the Family Stone em Misunderstanding.
Abacab (1981) * * * *
o pop aqui está assumido, o que fez bem a eles. O disco possui um frescor que parecia se perder. Com a sessão de sopros do EWF, e o tecladinho safado de Banks em No Reply At All, clássico de FM da época. Mas Banks brilha mesmo em Another Record, faixa que encerra o disco.
Three Sides Live (1982) * * * 1/2
é o melhor disco ao vivo do Genesis, o que comprova a boa fase da era abacab, era do desbunde pop definitivo. No glorioso vinil, o lado 4 é preenchido com faixas que ficaram de fora dos discos anteriores, donde se destaca Paperlate.
Genesis (1983) * * * 1/2
é o disco que tem Mama, campeão de vendas cuja capa trazia figuras geométricas em amarelo e preto. Tem Home by the Sea também, que sugere uma recaída para o prog, que não se confirma.
Invisible Touch (1986) * *
disco bem mediano, com apenas algumas faixas que se salvam da preguiça comercial total: Land of Confusion, Domino e The Brazilian
We Can't Dance (1991) * * *
Vinil duplo, com mostras de boa forma por parte dos hitmakers. A faixa-título é esquisita o suficiente para merecer reaudições.
Genesis Live - Vol.1 (The Shorts) (1992) * *
preguiça pura. A MPB produziu muito disso nos últimos anos.
Genesis Live - Vol.2 (The Longs) (1993) * * 1/2
preguiça ainda, mas um pouco mais arriscada e menos comercial só com faixas mais longas.
Calling All Stations (1997) *
não há bom instrumental que resista ao novo vocalista Ray Wilson, o cara que fez shows a um real no Brasil. Podiam encerrar a carreira sem esta bomba.
sábado, junho 10, 2006
GENESIS (parte 1) 1969 - 1977From Genesis to Revelation (1969) * * * *
vamos soar igual ao Bee Gees?
Trespass (1970) * * * *
guinada prog total e irrestrita
Nursery Crime (1971) * * * * *
phil collins estréia em altissimo estilo na batera. gênio. Ouça Fountain of Salmacis e comprove.
Foxtrot (1972) * * * * *
prog até a medula. supper's ready é o grande trunfo do disco.
Live (1973) * * *
som abafado e pouco vibrante.
Selling England by the Pound (1973) * * * * *
é o disco mais elogiado da fase prog. Pau a pau com Nursery Crime como o mais fantástico da banda.
The Lamb Lies Down on Broadway (1974) * * * * 1/2
álbum duplo com momentos de antologia (In the cage, Carpet Crowlers). Exagero dizer que é disco solo do Gabriel. Tony Banks brilha no disco, como sempre.
A Trick of the Tail (1975) * * * * 1/2
collins assumiu os vocais e não deixou a peteca cair. Que maravilha é Ripples.
Wind and Wuthering (1976) * * * * 1/2
Banks e Hackett brilham. Pena que essa formação se desmancharia logo. A belíssima balada Afterglow dá um sinal do que vem por aí.
Seconds Out (1977) * * *
duplo ao vivo meio devagar, com as músicas mais cadenciadas e collins tentando substituir Gabriel em clássicos como Firth of Fifth.
sexta-feira, junho 02, 2006


Uma das maiores decadências da história da música pop:
TEARS FOR FEARS
The Hurting (1983) * * * * * a grande obra-prima do tecnopop. "Pale Shelter", Mad World", "The Prisoner", "Suffer the Children", "Watch me Bleed" e "Change" não me deixam mentir. Mas cada faixa é maravilhosa. Baixe já, ou compre o vinil importado (capa branca) na Jardim Elétrico
Songs for the Big Chair (1985) * * * só "Head Over Heels" é do nível das canções do primeiro disco. Ainda assim, o disco se aguenta bem até o final.
The Seeds of Love (1989) * * Não é Beatles cover como muitos falavam, mas é fato que a melhor faixa do disco (Sowing the Seeds of Love) lembra demais a banda de Liverpool.
Elemental (1993) * 1/2 triste
Raoul and the Kings of Spain (1995) * for God's sake
Everybody Loves a Happy Ending (2004) nunca ouvi, mas dizem que é melhorzinho.
terça-feira, maio 30, 2006
Eu sempre atendo a pedidos:CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL
Creedence Clearwater Revival (1968) * * * * Oh, Suzie Q!
Bayou Country (1969) * * * * o som cristalizado
Green River (1969) * * * * parte dois
Willy and the Poor Boys (1969) * * * * * a obra-prima deles
Cosmo's Factory (1970) * * * * 1/2 a consagração de público
Pendulum (1970) * * * * 1/2 injustiçado
Mardi Gras (1972) * * que é isso?
Live in Europe (1973) * * * que sujeira!
melhor canção: Fortunate Son
sábado, maio 20, 2006

Cotações dos álbuns solo do melhor baixista de todos os tempos (e o cara que mais influenciou Lemmy Kilmister, do Motörhead):
Smash Your Head Against the Wall (1971) * * * * * o que o Who não aproveitava deste genial compositor, ele colocou aqui, inclusive uma versão fenomenal para "Heaven and Hell".
Whystle Rhymes (1972) * * * * * As melodias assobiáveis mais malucas que alguém poderia fazer. "Apron Strings" é a melhor canção do século 20.
Rigor Mortis Sets In (1973) * * * Mergulho meio sem jeito nos anos 50, e princípio dos 60, via Phil Spector (em espírito, não fisicamente)
Mad Dog (1975) * * * * Continua sem jeito o mergulho nos anos 50, mas agora é tão encantador que se torna irresistível
Too Late the Hero (1982) * * * 1/2 Bem pop, como mandava a época, mas bem legal também. A primeira faixa é um show à parte.
The Rock (1996) * * * Disco mais burocrático, mesmo assim, obrigatório
sábado, maio 13, 2006
DEEP PURPLE:
Shades of Deep Purple (1968) * * * 1/2
The Book of Taliesyn (1968) * * * *
Deep Purple (1969) * * * * 1/2 o melhor com Rod Evans
Concerto for Group and Orchestra (1969) * * * 1/2
In Rock (1970) * * * * * Gillan rules
Fireball (1971) * * * * * absurdo
Machine Head (1972) * * * *
Made in Japan - duplo (1972) * * * 1/2
Who do We Think We Are (1973) * * * 1/2
Burn (1974) * * * * Coverdale e Hugges assumem
Stormbringer (1974) * * * * * negão até a medula
Come Taste the Band (1975) * * * * Blackmore fugiu
discos pós-separação:
Made in Europe (1976) * * * 1/2
Powerhouse (1977) * * * *
In Concert - duplo (1980) * * * *
Live in London (1982) * * * 1/2
a volta:
Perfect Strangers (1984) * * * * 1/2 que retorno!!!
House of Blue Light (1987) * * * tem até música pra Xuxa
Nobody's Perfect - duplo (1988) * * *
Slaves and Masters (1990) * 1/2 com o chorão Joe Lynn Turner
The Battle Rages On (1992) * * descobriram que sem o Gillan não dá pé
Purpendicular (1996) * * 1/2 Blackmore pulou fora de novo
Abandon (1998) * * 1/2 - Steve Morse de novo
Bananas (2003) * constrangedor
Rapture of the Deep (2005) * 1/2 já deviam ter acabado
quarta-feira, maio 03, 2006
sábado, abril 29, 2006
Em algum lugar eu disse que o disco acima era o mais fraco do Van der Graaf Generator. Bem, talvez até seja, entre os de estúdio, e excetuando Quiet Life/The Pleasuredome (1977) que é também muito bom. Mas os caras só fizeram obras-primas, incluindo o duplo recente, Present. Mereço 100 chibatadas, pois World Record, pela primeira vez, após várias audições desde 1988 (mais ou menos), bateu fundo. Que disco maravilhoso. Still Life permanece meu preferido da segunda fase, mas World Record disputa com Godbluff o segundo posto (e, consequentemente, o penúltimo lugar entre os discos de estúdio da banda).VdGG e Peter Hammill = outro mundo musical
só ouvindo mesmo.
P.S. é incrível que ninguém tenha usado a música maravilhosa deles no cinema. A não ser que alguma comédia carioca dos anos 70 tenha usado e eu não lembre (outro dia ouvi Emerson Lake & Palmer em uma delas...tudo é possível.
sexta-feira, abril 14, 2006
Top 5 Focus:
1) Focus III (72) * * * * 1/2
2) Moving Waves (71) * * * *
3) In and Out of Focus (70) * * * *
4) Hamburger Concerto (74) * * * *
5) At the Rainbow - ao vivo (73) * * * 1/2
segunda-feira, março 27, 2006
Pavement (e Stephen Malkmus)
se eu já tiver feito uma antes peço desculpas. Não vou vasculhar os arquivos, mesmo porque acredito que este exercício é inevitavelmente efêmero.
O grande problema é que os discos do Pavement são todos do mesmo nível. Taí uma banda híper regular em sua alta qualidade. Todos os discos são ótimos, inclusive o último, Terror Twilight. Dou 4 estrelas para todos, tendo uma leve predileção por Crooked Rain Crooked Rain (1994), o segundo disco. Se for para escolher o que menos gosto, às vezes é o Wowee Zowee, outras é o tão adorado Brighten the Corners. Mas são todos empatados tecnicamente.
Em compensação, quando penso na carreira solo de Stephen Malkmus, a balança se mexe mais. Dou 3 estrelas para o primeiro, que considero um Pavement repetitivo e menos inspirado, e 5 estrelas para a obra-prima Pig Lib, disco que considerei um dos três melhores do ano de 2003. Ainda não escutei o mais recente, Face the Truth, mas imagino que seja difícil igualar o feito de Pig Lib, disco em que a influência de Peter Hammill é muito forte, o que tende a emocionar qualquer fã ardoroso de VdGG, como eu.
domingo, março 05, 2006
Supertramp (1970) * * * * 1/2 - baladas belas e quebradeira prog
Indelibly Stamped (1971) * * * - indeciso
Crime of the Century (1974) * * * * 1/2 - fórmula encontrada, é correr para o abraço
Crisis? What Crisis? (1975) * * * 1/2 - "A Soapbox Opera" é a que vale
Even in the Quietest Moments (1977) * * * 1/2 - apesar dos hits, um disco irregular
Breakfast in America (1979) * * * * 1/2 - talvez o melhor de estúdio
Paris - ao vivo (1980) * * * * - "Hide in Your Shell" se destaca
Famous Last Words (1982) * * * * 1/2 - canto de cisne perfeito de Roger Hodgson.
Brother Where You Bound (1985) * * * - a indecisão de uma separação
Free as a Bird (1987) * * * 1/2 - o caminho do balanço
Live 88 (1988) faz tempo que não escuto
Some Things Never Change (1997) * * * * - volta com grande estilo instrumental
lamentavelmente, daí pra frente eu não escutei nenhum...

