dividir impressões musicais com outros melômanos. boa leitura! *****obra-prima - ****ótimo - ***bom - **hummm - *pfui - mico. agora valem as meias cotações.
quarta-feira, dezembro 24, 2008
quarta-feira, novembro 26, 2008
Tava reouvindo alguns discos da banda inglesa XTC. Impressionante como depois de acertar o prumo com Drums and Wires e Black Sea eles entraram em um período de indefinições e melodias estranhas - justamente a época do colapso nervoso de Andy Partridge, que quis sozinho imitar os Beatles e não fazer mais shows. Lançaram três discos irregulares, English Settlement, Mummer (um dos momentos mais fracos da carreira da banda) e The Big Express, um sinal de que a coisa estava já bem melhor.Em seguida, embarcaram nas gravações da obra-prima Skylarking, com produção do mago Todd Rundgren. Daí em diante só voltariam a fazer um disco que não fosse excelente em 2000, quando lançaram Wasp Star.
White Music (1978) * *
Go 2 (1978) * *
Drums and Wires (1979) * * * *
Black Sea (1980) * * * *
English Settlement (1982) * * *
Mummer (1983) * *
The Big Express (1984) * * *
Skylarking (1986) * * * * *
Oranges and Lemons (1989) * * * *
Nonsuch (1992) * * * *
Apple Venus Pt 1 (1999) * * * * *
Wasp Star (Apple Venus Pt 2) (2000) * * *
obs: ficaram de fora desta lista de cotações o projeto The Dukes of Stratosfear, que rendeu um EP e um LP entre 1984 e 1985 (ambos bem legais) e a coletânea de raridades Homegrown, que é bem interessante.
terça-feira, novembro 04, 2008

Ode ao Heavy Metal:
Não foi o primeiro álbum de metal que eu tive. Foi o quarto, se não me engano. Ou o primeiro, se levarmos em conta que Deep Purple e AC/DC não são metal. O fato é que British Steel, do Judas Priest, mudou minha vida em 1981.
Aquele foi o ano em que deixei de ouvir Queen, Rolling Stones e Beatles para buscar coisas mais pesadas. O ano da descoberta dos básicos do Rock pesado, um ano antes de quando vendi o Jazz, uma das obras-primas do Queen, com poster e tudo, por uma bagatela, para ir à Woodstock, que na época ficava na Rua José Bonifácio, comprar Scorpions (Blackout).
Foi assim, com os básicos do Heavy Rock, que segui vivendo feliz e pseudo-rebelde até o comecinho de 1985, quando a Globo criou a definição metaleiro e vários adolescentes descobriram que era legal curtir o estilo e deixar o cabelo crescer. Era a hora de radicalizar. Troquei meus discos do Saxon, Judas e Scorpions por coisas mais agressivas como Metallica, Anthrax e Destruction. Andava pelos corredores do Firmino de Proença - onde fiz todo o segundo grau - amaldiçoando fãs de Kiss, Aerosmith e outras coisinhas leves.
Nessa mesma época, fui com um vizinho e meu irmão ao Rock Show, um cinema que só passava shows de rock e que deve ter fechado pouco depois. Lembro que vimos uma turnê do Venom (do terceiro disco, At War With Satan), e voltamos para casa tarde da noite, descendo a rua abraçados e batendo o pé, cantando num uníssono embriagado não de bebida, mas de genuína felicidade: "countess... bathory" - uma das faixas do Black Metal, segundo álbum do Venom, e de onde saiu o nome de uma banda sueca (se não me engano) chamada Bathory (cujos dois primeiros discos eu achava antológicos na época - nunca mais os escutei).
Claro que essa fase não resistiu até o verão seguinte, quando caí de cabeça no tecno pop e no new romantic e passei a usar tênis iate e calças de popelina (lembram da Ron Jon?). Comecei a ouvir 14 Bis e pirei com o terceiro disco dos caras, Espelho das Águas.
Depois veio a fase progressivo, que consumiu vários anos da minha vida. Durante essa fase progressiva, descobri muitas coisas boas que não tinham nada a ver com progressivo, e que me deixaram com gosto musical bem eclético, exceto por não querer mais saber de metal (realmente, a Globo na época enchia o saco com aquele lance de metaleiros). Admirei as bandas grunge, mas nunca as comparei com o metal que eu adorava anos antes. Preferia voltar a Velvet Underground e Joy Division (mas Doors nunca fez minha cabeça)
Voltei a curtir metal como um doido quando comecei a trabalhar na Nuvem Nove, a loja de Cds e Lps do meu amigo José, em 1997. Nessa época vários discos raros começaram a sair em CD na Europa, e a paridade do real com o dolar permitia que eu tivesse todos eles, e relembrasse as audições em fitas sujas gravadas na galeria do Rock (Forged In Fire, do Anvil; The Natives are Restless, do Hawaii; Infernal Overkill, do Destruction; Fire in the Brain, do Oz, e tantos outros).
Em 2000, montei minha própria loja, e o que mais me satisfazia não era vender vários discos para um descolado qualquer que saísse vibrando com coleções quase completas do Pavement ou do Yo La Tengo (bandas boas, por sinal), mas um desconto caprichado para um morador de periferia que quisesse ter em sua coleção o primeiro Piledriver (Metal Inquisition = clássico), ou o primeiro do Metal Church, ou do Avenger alemão (que depois virou Rage). Era a felicidade desses fãs humildes que me emocionava. Era para eles que eu queria vender. Eles lembravam minha adolescência, quando um disco comprado era motivo para a maior felicidade do mundo, e quando eu lembrava onde e quando tinha comprado cada vinil de minha coleção.
De lá para cá, nunca mais deixei de escutar discos do estilo, pela energia que provocam, pela felicidade meio adolescente que fazem surgir mesmo nos dias mais tristes, pela fúria que jorra dos sulcos. Mas nunca mais tive o prazer de comprar um vinil desses, prazer que as facilidades do MP3 não traz de volta.
O que quero dizer com este post muito pessoal? Não sei. Só sei que em alguns dias a melhor coisa para se escutar é um bom e virulento disco do Slayer, por exemplo. Cura até gripe chata.
sábado, setembro 13, 2008
terça-feira, setembro 02, 2008
Lucifer Was, banda norueguesa que fazia um hard-prog no início dos anos 70, saiu de circulação, e voltou em 1997 com uma regravação de material antigo para um disco de estréia chamado Underground and Beyond. O disco não é grande coisa, mas tem ao menos duas grandes (digo, grandes mesmo) faixas: "Fandango" e "Out of the Blue".Muito melhor é o disco seguinte, cheio de material inédito e de um ecletismo quase suicida. In Anadi's Bower, de 2000, lembra Trouble, Candlemass, Jethro Tull, Kinks (em umas duas ou três faixas) e Manic Street Preachers (em uma faixa chamada "Ship on the Ocean"). Tamanha salada sonora não tinha muito como emplacar no restrito e pedante mercado do rock progressivo (que é onde eles, inevitavelmente, foram se inserir), mas até que fez certo barulho na época. Os discos seguintes não repetem a beleza de In Anadi's Bower, mas têm seus momentos. Ao menos Blues From Hellah, de 2004. O último, The Divine Tree (2007), é sensivelmente mais fraco, principalmente porque é comum.
Se você for do tipo que só baixa músicas, nunca um disco, escolha as seguintes, todas do segundo disco, In Anadi's Bower: "Behind Black Rider", "Darkness" e "Little Child", além da faixa título e das duas do primeiro disco citadas acima.
P.S. tentei reescutar o Screamadelica, do Primal Scream, e realmente não dá. Deve ser um dos discos mais superestimados da história. Pseudo-psicodelismo revestido de exotismo de maconheiro. Um porre. A banda é muito melhor em Xtrmntr (a obra-prima deles) e Evil Heat. Em Vanishing Point também, claro.
quinta-feira, agosto 28, 2008
(atendendo a pedidos) sábado, agosto 16, 2008
"I'll show you where the white lillies growOn the banks of Italy
I'll show you where the white fishes swim
At the bottom of the sea"
O baixo, a levada agradável, a voz mágica de Maddy Prior...
"Demon Lover", sexta faixa do disco Commoner's Crown (1975), da banda Steeleye Span. É uma canção tradicional, como várias outras que o grupo interpretou. Se essa versão deles, essa pequena grande sexta faixa desse disco (de que, aliás, já gostei mais um dia - monstrou-se irregular nesta nova reaudição) tido como dos melhores do folk britânico, deve ser o pedaço de música pop mais bonito que eu já ouvi.
É para ouvir no mínimo dez vezes, como estou fazendo agora. Não há horário de trabalho que resista a coisa tão bela.
Depois vale colocar na segunda, "Bach Goes to Limerick", maravilha de instrumental.
terça-feira, agosto 12, 2008
Falando em NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal), há uma distância entre um extremo e outro que daria para contornar todo o mapa do metal mundial. Do Quartz ao Atomkraft, por exemplo, dá para vislumbrar várias das tendências que dominaram o gênero nos anos 80. Costumo dizer que tirando algumas exceções, a maioria dos discos da NWOBHM conjugam o melhor e o pior do rock, muitas vezes dentro até de uma mesma faixa.sábado, agosto 09, 2008
segunda-feira, agosto 04, 2008
Um paralelo nada óbvio, mas impressionante. Tava ouvindo o compacto que Ney Matogrosso fez com Fagner em 1975, uma obra-prima. Foi inevitável pensar que a decadência da MPB é a maior decadência que eu já vi em qualquer forma artística. O que foi, e o que é hoje, quando Maria Rita é saudada como genial e um monte de outras cantoras que cantam quase igual surgem a cada mês com um repertório de fazer vergonha ao passado de nossas canções (salvo raras exceções).Aí penso no pop mais descartável feito para o mercado americano (seja nos EUA mesmo ou na Inglaterra), e percebo o quanto esse pop descartável se manteve digno de interesse. Um exemplo é Britney Spears, que após dois discos bem simpáticos, partiu para uma redefinição de si mesma, e de uma confrontação com os limites de sua estatura pop no terceiro e excelente Britney, de 2001, com a espetacular "Overprotected". No quarto, o In The Zone que ilustra este post, o mega-hit "Toxic", canção capaz de pulverizar nossos auto-falantes. Esse disco é uma consolidação do que ela ensaiava brilhantemente em Britney.
Em 2007, gorduchinha e vulgarizada, lança o impressionante Blackout, seu disco mais redondo (sem trocadilhos) até então. Tão redondo que nem sei quais canções destacar. Precisaria ouvir novamente. Também é o que tem menos momentos baixos, pelo mesmo motivo.
Agradecimentos aos novos e queridos amigos. Um me presenteou com boa parte do que escutei ontem e hoje, outra ofereceu o local para que Blackout ecoasse poderoso.
domingo, junho 29, 2008
Uma das minhas bandas favoritas do selo 4AD é o Dead Can Dance. Na verdade, é um duo australiano formado por Brendan Perry e Lisa Gerrard. Os que valem são os três primeiros, começando com o homônimo (1984), ainda pós-punk, mas já com algumas sacadas climáticas, meio progressivas, e uma levada jazz deliciosa em "East of Eden". A transição foi com o sensacional Spleen and Ideal (1985), muito mais carregado do clima soturno, já mais próximo de um progressivo oitentista (que teria, do outro lado da moeda, o Depeche Mode de Black Celebration). Encerrando a trinca genial com esse aí da foto, o terceiro Within the Realm of a Dying Sun (1987), que abre com a melhor faixa de toda a carreira do duo, mesmo quando separados: "Anywhere Out of the World".segunda-feira, abril 21, 2008

sábado, abril 05, 2008

O inglês Rod Temperton é um grande compositor injustiçado. Não bastasse ser o compositor de "Rock With You", "Off the Wall" e "Thriller", de Michael Jambers, Temperton é o homem por trás dos hist do Heatwave, banda de americanos que tomaram-no como uma espécie de mentor, sem que ele fosse conhecido. Mais tarde, Quincy Jones o incorporou a seu staff, e por isso ele compôs algumas faixas para Jambers. Muitos dizem que Jones o desprezava por achá-lo gênio e ameaçador demais... é, pode ser.
Os dois primeiros discos do Heatwave - Too Hot to Handle (1976) e Central Heating (1977) - têm funks chacoalhantes da melhor espécie. Esse da foto é o terceiro, Hot Property (1978), meu favorito de hoje (os outros dois também foram favoritos várias vezes). Depois, Temperton compôs menos para eles, mas ainda fizeram um belo quarto disco, Candles (1980), e um quinto que eu mal lembro como é, Current (1982).
Se quiser conhecer algumas faixas para começar, tente achar "Boogie Nights", "Razzle Dazzle", "Eyeballin'", "Central Heating", "Groove Line" e "Super Soul Sister", nessa ordem. Se até o minuto final de "Razzle Dazzle" você não estiver dançando, sinal de alerta. Se até a sexta faixa você não tiver sido conquistado, tente outro dia - você acordou com o pé esquerdo.
segunda-feira, março 17, 2008

Quem me conhece sabe que eu sou chegado num heavy metal. Também deve conhecer minha pequena e simplória teoria de que alguém só pode gostar de heavy metal depois de 22 anos se já gostava antes. Quem nunca curtiu metal na adolescência pode esquecer. No máximo vai gostar de alguns desses metais alternativos endeusados pela crítica, ou que fundem o estilo a outros, como industrial, doom ou música erudita.
O caso do Therion é mais ou menos esse. Muitos consideram Doom Metal, por causa das passagens climáticas. Mas é uma espécie de metal erudito, ou, como já li em algum site europeu, "operistic metal". É uma baita banda, que para mim se aproxima de um rock progressivo de tintas sombrias e pesadas. Um King Crimson escandinavo e mais chegado num coral litúrgico. Deggial (foto), de 2000, talvez seja o melhor momento da banda em disco. Mas Theli (1996) e Vovin (1998) não podem ser esquecidos. Ainda não ouvi os dois últimos discos deles, mas isso será corrigido em breve.
Ah, na adolescência eu tive uma fase heavy metal, de andar por aí com jaqueta cheia de patches de bandas, camiseta preta com caveiras e calças de jeans com tenis brancos. Meu patch do Powerslave, disco clássico do Iron Maiden fez sucesso no colégio em 1985. Essa fase não durou mais que dois anos, mas foi marcante, e até hoje me faz escutar o estilo com um sorriso nostálgico.
Discografia da banda em: http://www.bnrmetal.com/v2/bandpage.php?ID=Ther
sábado, março 15, 2008

sexta-feira, março 07, 2008

Formada em 1979 por Geoff Downes e Trevor Horn, The Buggles ficou conhecida especialmente pelo hit "Video Killed the Radio Star", que saiu em compacto no final de 1979 e pouco depois seria o primeiro videoclipe veiculado pela nascente MTV americana. O primeiro disco deles, The Age of Plastic (1980) foi muito elogiado, e considerado uma das melhores coisas a surgir do questionamento tecnológico que se iniciou na virada dos 70s para os 80s. Confesso que acho o segundo disco deles, Adventures in Modern Recording (1981, lançado nos EUA no ano seguinte - foto do alto), tão bom ou igual à estréia. Pelo menos três faixas me fazem pensar isso: "Vermillion Sands", uma das mais esquizofrênicas composições do mundo pop, "Inner City", faixa climática e bem bonita, e "I Am a Camera", versão buggle para "Into the Lens", composta por Downes e Horn e incluida no álbum Drama, do Yes (é o álbum que tinha Downes substituindo Rick Wakeman e Horn no lugar de Jon Anderson - muito bom, mas obviamente injustiçado pelos fãs do Yes). O negócio de Trevor Horn era ser produtor, e foi o que ele fez a seguir. Geoff Downes montou o Asia, com John Wetton, Carl Palmer e Steve Howe. Fizeram um belíssimo disco de estréia em 1982, mas os outros são, no máximo, razoáveis.quarta-feira, fevereiro 27, 2008


quinta-feira, fevereiro 21, 2008

São dois discos de 1983. Fazia uns vinte anos que eu não ouvia The Romantics, banda que começou meio hard rock poser punk e virou new-romantic com tintas de AOR (Adult Oriented Music). Motivado pelas vinhetas da VH1, resolvi ouvir o disco deles do tal ano, In The Heat (depois da virada de estilo), para comprovar que a úncia música boa (e, no caso, muito boa) é a da vinheta: "Talking In Your Sleep". As restantes são um arremedo do pior que se fazia na época, algo entre um Visage com defeito e um Adam & the Ants sem 1% da genialidade. Uma pena. domingo, fevereiro 10, 2008
Redescobrindo Adam and the Ants. Lançaram três belos discos entre 1979 e 1981. O melhor deles é esse aí da foto, Kings of the Wild Frontier (1980). É nele que está "Antmusic", um hino do pós-punk tribal, a meio caminho da new-romantic que eles imortalizariam no álbum seguinte, Prince Charming (1981), com o hit "Stand and Deliver". Junto do Duran Duran, foram a banda chave do início dos anos 80 na Inglaterra, mas infelizmente ainda são subestimados. Procurem também Friend or Foe (1982), o primeiro e sensacional solo de Adam Ant. O grande hit do disco é "Goody Two Shoes".----------------------------------------------
adendo: descobri agora que a música "Relax, Take it Easy", do Mika, é um plágio descarado de "(I Just) Died in Your Arms", do Cutting Crew. Como o plágio é melhor, chamemos de folk process.
terça-feira, janeiro 15, 2008
(mas como eles cairam no conto do Oasis, valha-me Deus)
100 Modern Classics: Greatest Albuns of Mojo Lifetime
1
Jeff Buckley
Grace
1994
2
Johnny Cash
American recordings
1994
3
Radiohead
OK computer
1997
4
Bob Dylan
Time out of mind
1997
5
Oasis
Definitely maybe
1994
6
Flaming lips
The soft bulletin
1999
7
Radiohead
Kid A
2000
8
White stripes
Elephant
2002
9
Nirvana
Unplugged in New York
1994
10
Beck
Odelay
1996
11
Nick Cave and the Bad seeds
The boatman's call
1997
12
Spiritualized
Ladies and gentlemen we are floating in space
1997
13
Nirvana
In utero
1993
14
Massive attack
Mezzanine
1998
15
Bob Dylan
Love and theft
2001
16
Radiohead
The bends
1995
17
Johnny Cash
American III : Solitary man
2000
18
Teenage fanclub
Grand prix
1995
19
DJ Shadow
Endtroducing
1996
20
Bonnie 'Prince' Billy
I see a darkness
1999
21
Tom Waits
Mule variations
1999
22
Outkast
Speakerboxxx/the love below
2003
23
Buena vista social club
Buena vista social club
1997
24
Elliott Smith
Either/Or
1997
25
PJ Harvey
Stories from the city, stories from the sea
2000
26
Wilco
Yankee hotel Foxtrot
2002
27
Air
Moon safari
1997
28
White stripes
White blood cells
2001
29
Madonna
Ray of light
1998
30
Mercury rev
The deserter's song
1998
31
Lucinda Williams
Car wheels on a gravel road
1998
32
Beck
Mutations
1998
33
Strokes
Is this it
2001
34
Solomon Burke
Don't give up on me
2002
35
Portishead
Dummy
1994
36
Flaming lips
Yoshimi battles the pink robots
2002
37
Brian Wilson
Smile
2004
38
Belle and Sebastian
If you're feeling sinister
1997
39
Pulp
Different class
1995
40
PJ Harvey
To bring you my love
1995
41
Elvis Costello and the Imposters
The delivery man
2004
42
Jimmy Page & Robert Plant
No quarter
1994
43
Antony & the Johnsons
I am a bird now
2005
44
Super furry animals
Rings around the world
2001
45
Kate Bush
Aerial
2005
46
Supergrass
In it for the money
1997
47
Queens of the Stone age
Rated R
2000
48
Bruce Springsteen
Devils & dust
2005
49
Gillian Welch
Time (the revelator)
2001
50
Blur
Blur
1996
51
Franz Ferdinand
Franz Ferdinand
2004
52
Ryan Adams
Heartbreaker
2000
53
Björk
Post
1995
54
Beastie boys
Ill communication
1994
55
Beta band
The 3 ep's
1998
56
Pavement
Crooked rain, crooked rain
1994
57
Libertines
Up the bracket
2002
58
R.E.M.
New adventures in hi-fi
1996
59
Magnetic fields
69 love songs
1999
60
Arcade fire
Funeral
2004
61
Oasis
(What's the story) Morning glory?
1995
62
Wu-Tang clan
Enter the Wu-Tang (36 chambers)
1993
63
Morrissey
Vauxhal and I
1994
64
Tortoise
Millions now living will never die
1996
65
Primal scream
Exterminator
2000
66
Neil Young
Sleeps with angels
1994
67
Lauryn Hill
The miseducation of Lauryn Hill
1998
68
Jon Spencer blues explosion
Orange
1994
69
Aimee Mann
Lost in space
2002
70
Sigur Rós
Agaetis byrjun
2000
71
Al Green
I can't stop
2003
72
Blur
Parklife
1994
73
Nick Cave and the Bad seeds
Abattoir blues/The lyre of Orpheus
2004
74
Norah Jones
Come away with me
2002
75
Verve
A Northern soul
1995
76
Bruce Springsteen
The ghost of Tom Joad
1995
77
Tricky
Maxinquaye
1995
78
Eminem
The Marshall Mathers lp
2000
79
Tinariwen
The radio Tsidas sessions
2002
80
Guided by voices
Bee thousand
1994
81
Manic street preachers
The holy bible
1994
82
Arctic monkeys
Whatever people say I am, that's what I'm not
2005
83
Prodigy
Music for the jilted generation
1994
84
U2
All that you can't leave behind
2000
85
Salif Keita
Moffou
2002
86
Paul Weller
Stanley road
1995
87
Jayhawks
Sound of lies
1997
88
R.L. Burnside
A ass pocket of whiskey
1996
89
Red hot chili peppers
Californication
1999
90
Maria McKee
Life is sweet
1996
91
Boards of Canada
Music has the right to children
1998
92
Manu Chao
Clandestino
1998
93
System of a Down
Toxicity
2001
94
Michael Head introducing the Strands
The magical world of the Strands
1998
95
Rufus Wainwright
Poses
2001
96
Underworld
Second toughest in the infants
1996
97
D'Angelo
Brown sugar
1995
98
Nine inch nails
The downward spiral
1994
99
Sizzla
Black woman & child
1997
100
Coldplay
A rush of blood to the head
2002
lista publicada na Mojo 150, Maio de 2006.
domingo, outubro 14, 2007
obs:
vale tudo, mas só são considerados os trabalhos concluídos na década de 1980.
Bandas como Depeche Mode e Sonic Youth teriam melhores posições se fosse da década de 1990. Slayer e Metallica nem estariam na lista.
Rolling Stones fizeram dois discaços, mas depois sujaram o nome com dois discos bem ruins: ficaram de fora.
No caso do Clash, Sandinista é tão bom que compensa a ruindade de Cut the Crap.
Claro que esqueci muita coisa, mas é assim mesmo.
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1) The Cure
o fino: 17 Seconds (1980), Pornography (1982), The Top (1984), The Head on the Door (1985), Desintegration (1989)
2) Killing Joke
o fino: Killing Joke (1980), What's This For? (1981), Revelations (1982), Fire Dances (1983), Night Time (1985)
3) Duran Duran
o fino: Duran Duran (1981), Rio (1982), Seven and Ragged Tiger (1983), Notorious (1986)
4) XTC
o fino: Black Sea (1980), Skylarking (1986), Oranges and Lemons (1989)
5) Pixies
o fino: Come on Pilgrim (1987), Surfer Rosa (1988), Doolittle (1989)
6) Slayer
o fino: Show no Mercy (1983), Hell Awaits (1984), Reign in Blood (1986)
7) Depeche Mode
o fino: Construction Time Again (1983), Black Celebration (1986), Music for the Masses (1987)
8) Metallica
o fino: Kill Em'All (1983), Ride the Lightning (1984), Master of Puppets (1986)
9) R.E.M.
o fino: Murmur (1983), Lifes Rich Pageant (1986), Document (1987)
10) Sonic Youth
o fino: Evol 1986), Sister (1987), Daydream Nation (1988)
11) Cocteau Twins
o fino: Garlands (1982), Head Over Heels (1983), Treasure (1984)
12) Judas Priest
o fino: British Steel (1980), Point of Entry (1981), Screaming for Vengeance (1982)
13) Saxon
o fino: Denim and Leather (1982), Power & The Glory (1983), Crusader (1984)
14) Lou Reed
o fino: The Blue Mask (1982), New York (1989)
15) The Smiths
o fino: The Queen is Dead (1986), Strangeways, Here We Come (1988)
16) The Clash
o fino: Sandinista (1981), Combat Rock (1982)
17) Kraftwerk
o fino: Computer World (1981), Electric Cafe (1986)
18) Neil Young
o fino: Reactor (1981), Freedom (1989)
19) (Clan of) Xymox
o fino: Clan of Xymox (1986), Medusa (1987)
20) Simple Minds
o fino: Sister Feelings Call (1981), Sons and Fascination (1981)
21) Split Enz
o fino: True Colours (1980), Time and Tide (1982)
22) The Cars
o fino: Shake it Up (1981), Heartbeat City (1984)
23) The Psychedelic Furs
o fino: Talk Talk Talk (1981), Forever Now (1982)
24) Siouxsie and the Banshees
o fino: Kaleidoscope (1980), Juju (1981)
25) Love and Rockets
o fino: Express (1986), Earth-Sun-Moon (1987)
26) Anthrax
o fino: Fistful of Metal (1983), Spreading the Disease (1985)
27) Electric Light Orchestra
o fino: Time (1981), Secret Messages (1983)
28) Savatage
o fino: Sirens (1983), Power of the Night (1985)
29) Kiss
o fino: Unmasked (1980), The Elder (1981)
30) Ultravox
o fino: Vienna (1980), Rage in Eden (1981)
sábado, setembro 22, 2007

Nova obra-prima, um disco quase tão bom quanto Pretzel Logic. Talvez seja o disco mais dançante da banda. O grande destaque é para "Green Earrings" e "Don't Take me Alive".
quarta-feira, setembro 19, 2007
Uriah Heep, banda injustiçada, hard rock com backing vocals esganiçados, teclados hammond distorcidos, e refrões ganchudos. São bregas na maior parte do tempo, do tipo que qualquer crítico musical descolado odeia até a morte. Mas são muito bons, principalmente nos anos 70. Esses dois aí de cima são os clássicos, respectivamente o quarto e o quinto discos, o auge da banda, com David Byron no vocal - também conhecido como o Belchior do Reino Unido. Tão bons quanto o Deep Purple, mas poucos reconhecem.
As cotações:
Very 'Eavy Very 'Umble (1970) * * *
"se essa banda fizer sucesso, eu comito suicídio" - um crítico do Melody Maker
Salisbury (1971) * * * *
Um arraso da guitarra de Mick Box na faixa título.
Look at Yourself (1971) * * * *
Ensaiando algo grande
Demons and Wizards (1972) * * * * *
Algo grande
The Magician's Birthday (1973) * * * * *
Pop perfeito e hard prog convivem harmoniosamente.
Live (1973) * * * *
David Byron é mestre.
Sweet Freedom (1973) * * * *
Meu primeiro e inesquecível contato com a banda.
Wonderworld (1974) * * *
Não é fraco como muitos dizem, e não é bom como a fase faria supor.
Return to Fantasy (1975) * * * *
John Wetton (baixo) rules.
High and Mighty (1976) * *
Sempre uma nova chance, sempre a decepção. Último com David Byron.
Firefly (1977) * * * *
John Lawton (ex-Lucifer's Friend) assume com seu vocal fenomenal.
Innocent Victim (1977) * * * *
O pop perfeito e gostosamente brega está de volta com "Free Me".
Fallen Angel (1978) * * * *
Meu guilty pleasure. Disco tão errado quanto delicioso.
Conquest (1980) *
Stevie Wonder errou de endereço.
Abominog (1982) * * * *
O triunfo do AOR.
Head First (1983) * *
A derrocada do AOR
Equator (1985) mico
Sem comentários
Raging Silence (1989) *
Bernie Shaw what???
Different World (1991) * *
Hummmm
Sea of Light (1995) - nunca ouvi... falha minha
Sonic Origami (1998) * * *
"De onde menos se espera, é de onde não sai nada mesmo.". A frase de Millôr Fernandes é desafiada por este disco surpreendente.
Depois disso perdi o contato. E o monte de ao vivos que a Castle lançou não me entusiasmou. Prefiro ficar com os dois primeiros solos de Ken Hensley (o tecladista/guitarrista/compositor dos discos clássicos)
terça-feira, maio 15, 2007
TOP Macca solo (com ou sem Wings)
1 - Ram (1971)
2 - Wild Life (1971)
3 - Band on the Run (1973)
4 - Paul Mccartney (1970)
5 - Tug of War (1982)
6 - Flaming Pie (1997)
7 - Wings at the Speed of Sound (1976)
8 - Driving Rain (2001)
9 - Venus and Mars (1975)
10 - Red Rose Speedway (1973)

terça-feira, março 06, 2007

domingo, março 04, 2007
ou: só gosta de metal quem tem mais de 20 anos se gostou de metal na adolescência
SAXON
Saxon (1979) * * *
Wheels of Steel (1980) * * * *
Strong Arm of the Law (1980) * * * *
Denim & Leather (1981) * * * * *
The Eagle Has Landed - ao vivo (1982) * * * *
Power & the Glory (1983) * * * * *
Crusader (1984) * * * *
Innocence is no Excuse (1985) * * * *
Rock the Nations (1986) * * *
Destiny (1988) *
Solid Ball of Rock (1991) * *
Forever Free (1993) * * *
Dogs of War (1995) * * *
The Eagle Has Landed II (1996) * * * *
Unleash the Beast (1997) * * *
Metalhead (1999) * * *
Killing Ground (2001) * * *
Lionheart (2004) * *
The Eagle Has Landed III - ao vivo (2006) * * *
SCORPIONS
Lonesome Crow (1972) * * *
Fly to the Rainbow (1974) * * *
In Trance (1975) * * * *
Virgin Killer (1976) * * * *
Taken by Force (1977) * * * *
Tokyo Tapes (1978) * * *
Lovedrive (1979) * * *
Animal Magnetism (1980) * * * *
Blackout (1982) * * * *
Love at First Sting (1984) * * *
World Wide Live (1985) * *
Savage Amusement (1988) * *
Crazy World (1990) * *
Face the Heat (1993) * * *
Live Bites (1995) * *
Pure Instinct (1996) * * *
Eye II Eye (1999) mico
Moment Of Glory (2000) *
Acoustica (2001) *
Unbreakable (2004) nunca ouvi
sábado, março 03, 2007





